Mês: maio 2018

Tropicalismo: O que foi esse movimento musical e artístico?

É impossível não pensar em Caetano Veloso quando falamos sobre o Tropicalismo.

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Mas o tropicalismo foi um movimento cultural, além de musical.

O que foi o Tropicalismo?

Surgiu na década de 60, sua estréia foi no festival de Música Popular realizado pela rede Recordo, em 1967. E o que tinha de novo? Em 1967, estávamos na ditadura militar, e algumas letras tinham críticas sociais, mas o enfoque do movimento era criar uma nova estética mesclando pop art com cultura nacional, sofrendo influências do concretismo.

Os principais representantes do tropicalismo foram:

– Caetano Veloso
– Gilberto Gil
– Os Mutantes
– Torquato Neto
– Tom Zé
– Jorge Bem
– Gal Gosta
– Maria Bethânia

Fonte: https://www.suapesquisa.com/musicacultura/tropicalismo.htm

O tropicalismo também aparece as artes visuais, utilizando elementos tipicamente brasileiros para reproduzir emoções e simplicidade, de uma forma que sua arte fosse acessível as massas. Além de criar uma arte de vanguarda brasileira. Um dos principais artistas plásticos foram:

Hélio Oiticica

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Fonte da imagem: tropicalia.com.br

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Fonte da imagem: http://www.gilbertogodoy.com.br/ler-post/o-tropicalismo–um-movimento-mais-que-musical (Vale a pena ler)

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Autor: José Roberto Aguilar

Tem muitas obras de arte maravilhosas, se um dia você tiver a oportunidade de visitar uma exposição com essas obras do tropicalismo, não perca essa chance.

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Planos e planos para o blog

Estou pensando em mudar de foco de assunto no blog, e postar mais textos psicológicos espirituais, e usar a filosofia pra fazer textos positivos e leves. Afinal, a filosofia dá muito trabalho pra ler, interpretar e escrever e não é um assunto muito procurado então….

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Fonte da imagem: Keep Calm-o Matic

Faz parte dos meus planos de viver uma vida mais tranquila, deixar coisas negativas de lado.

Como choramos e rimos da mesma coisa?

Uma breve introdução…

Michel de Montaigne, nasceu em 1533, foi um humanista , escritor, filósofo e cético.

Sua grande obra foram os Ensaios, que são livros com textos curtos sobre diversos assuntos. Tipo um blog de 1500?

O que mais me interessou foi as ideias dele sobre a educação das crianças. Segundo ele, a educação rígida, com livros enormes, consumiria muito tempo e seria pouco eficiente.

A educação deveria formar indivíduos honestos, aptos ao julgamento, tornando-os um adulto mais sábio e melhor.  E o ensino deveria ser mais voltado a experiência, além de respeitar a individualidade da criança. É uma ideia muito futurística, pra alguém de 1500 e bolinha.

Um dos livros dele que eu to lendo, “Ensaios da amizade e outros textos”, contém o famoso texto em que ele faz em homenagem a um amigo dele que morreu, é muito comovente e maduro.

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O autor não dá muitas respostas, mas lança muitas perguntas e fala de situações que a gente passa. Por exemplo, ontem alguém me falou que quando a gente rompe um relacionamento tóxico, nós devemos nos sentir feliz e não tristes e feliz ao mesmo tempo.

Mas todo ser humano, que tem sua humanidade intacta, tem isso, de ter sentimentos conflitantes.

Então, vamos responder a pergunta do título do post:

Como choramos e rimos da mesma coisa, segundo Montaigne?

Tem um capítulo do livro que se chama: “Como choramos e rimos da mesma coisa” e ele conta relatos históricos de líderes que quando matavam seus inimigos ficavam tristes pela morte deles, embora quisessem o inimigo morto, choravam/lamentavam quando este morria.

Montaigne diz que o ser humano é cheio de emoções opostas, pois cada coisa/pessoa/relacionamentos tem diversos aspectos, bons e ruins, e ainda temos aquilo…

Aquilo que se chama esperança. Enfim….

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